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quinta-feira, 29 de julho de 2010

A Águia e a Galinha

Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.
- De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha.
Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
- Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas. - Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia. Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia.
E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
- Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
- Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergue-se, soberana, sobre se mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento... E Aggrey terminou conclamando: - Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos . Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.
(Autor: Leonardo Boff)
(Co-autor: James Aggrey - Natural de GAMA, pequeno pais da África Ocidental.

Político que defendia a liberdade)

VOAR

Passamos uma vida presos
Qual pássaros em suas gaiolas!
Medo de amar!
Medo de olhar a vida de frente!
E naquele pequeno espaço,
Cantamos nossas dores e sonhos!
Muitas vezes se abrem
As portas de nossas gaiolas
Mas permanecemos ali
Acostumados...
Encolhidos...
Nas nossas vontades e sonhos!
Não tenhamos dúvidas!
À primeira oportunidade
Devemos alçar
O vôo dos falcões!
Calmo
Confiante
Determinado
Amar sem medo!
Brincar um pouco com a vida!
Não ter medo dos rochedos!
E sobre eles
Estender nossas asas
Corajosas de falcões!
E sair em busca
De nossos sonhos!
Como o Condor...
Tentar enxergar
As pequeninas coisas à nossa volta
E saber apreciá-las!
Dando um sentido novo
À nossa vida!
Não sermos como pássaros de gaiolas,
Mas, Falcões e Condores do céu!
A cada dia existe
Uma renovação constante
E nunca um dia
Será como o outro...
Não há dores eternas!
Não há lágrimas eternas!
Não há perdas eternas!
Há sorrisos esperando-nos...
Dias de sol
O abraço dos amigos, dos filhos.
E tantos sonhos lindos!
Um amor nos espera
Para voar... voar... voar...
Porque a vida
É um recomeçar diário
De um vôo!
E gaiolas não foram feitas
Para pássaros
Tampouco para Falcões!
(Leonardo Boff)

sábado, 24 de julho de 2010

Etiqueta em redes de relacionamento social

Comunição!
É sempre importante que o processo comunicativo seja realizado de maneira salutar! Agir e interagir são os verbos de ordem, entretanto é mister que o façamos com sabedoria e responsabilidade.
Consulte o artigo iinfraindicado que tem muito a contribuir para a formação e informação no exercício da cidadania - espaço comunicativo em redes, confira!

fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI157611-15201,00-A+ETIQUETA+DO+FACEBOOK.html

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Conteúdo Programático

3ª SÉRIE

1. BREVE RETROSPECTIVA
1.1. Grandes mestres da sociologia
1.1.1. Jean-Jacques Rousseau
1.1.2. Augusto Comte
1.1.3. Karl Marx
1.1.4. David Émile Durkheim
1.1.5. Max Weber
1.1.6. Gilberto Freire
1.2. Por que estudar Sociologia
1.3. Conceitos básicos: relações sociais e políticas
1.3.1. Ação e interação social
1.3.2. Normas e sanções sociais
1.4. Ciência da Sociedade
1.5. Sistemas Econômicos
1.5.1. A pobreza. a fome, a questão ambiental, os conflitos raciais, étnicos e religiosos e outras questões.


2. INSTITUÇÕES SOCIAIS
2.1. Rede de relações sociais
2.1.1. Interação social
2.1.2. Papéis sociais
2.1.3. identidades sociais
2.2. Interdependência das instituições
2.3. Características fundamentais
2.3.1. exterioridade
2.3.2. objetividade
2.3.3. coercitividade
2.3.4. autoridade moral
2.3.5. historicidade
2.4. Principais instituições
2.4.1. Família
2.4.1.1. modelo nuclear e patriarcal
2.4.1.2. movimentos de emancipação feministas
2.4.1.3. inversão de papéis
2.4.1.4. relações de trabalho
2.4.2. Escola
2.4.2.1. Definição e finalidades
2.4.2.2. Objetivos da educação
2.4.2.3. Instituições educacionais
2.4.2.4. Educadores, educandos e outros grupos
2.4.3. Estado
2.4.3.1. Teorias sobre a origem e a finalidade do Estado
2.4.3.2. Conceito no campo do Direito, da Política e da Economia
2.4.3.2.1. soberania
2.4.3.2.2. estrutura de funcionamento
2.4.3.2.3. sistemas de poder
2.4.3.2.4. formas de governo
2.4.3.2.5. regimes políticos
2.4.3.2.6. relações entre o público e o privado
2.4.3.2.7. dinâmica entre centralização e descentralização do poder
2.4.3.3. Formas históricas de Estado
2.4.3.3.1. Absolutismo
2.4.3.3.2. Liberal
2.4.3.3.3. Democrático
2.4.3.3.4. Socialista
2.4.3.3.5. Elfare-State (Bem-Estar)
2.4.3.3.6. Neoliberal
2.4.3.4. Dinâmica política
2.4.3.4.1. O Estado e a sociedade
2.4.3.4.2. Partidos Políticos
2.4.3.4.3. Grupos de interesses e movimentos sociais
2.4.3.5. Relações entre Estado e Sociedade
2.4.3.5.1. exercício da democracia
2.4.3.5.2. legalidade e legitimidade
2.4.3.5.3. direitos do cidadão
2.4.3.5.4. formas de participação política
2.4.3.5.5. movimentos sociais e a construção da cidadania

3. TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO
3.1. Teoria
3.1.1. das etapas do crescimento econômico
3.1.2. da modernização
3.1.3. da dependência
3.2. Indicadores do desenvolvimento
3.2.1. Vitais
3.2.2. Econômicos
3.2.3. Sociais
3.2.4. Políticos

4. FATOS SOCIAIS
4.1.1. Cultura
4.1.2. Civilização
4.1.3. Identidades sociais
4.1.4. Ideologia
4.1.5. Identidade cultural
4.1.6. Meios de comunicação de massa
4.1.7. Alienação e conscientização
4.1.8. Vida social
4.1.9. Linguagens
4.1.10. Comunicação e interação

5. MUDANÇA SOCIAL
5.1. Conceito
5.2. Fatores contrários e favoráveis
5.3. Conseqüências
5.3.1. reforma
5.3.2. revolução

6. A REALIDADE DA VIDA COTIDIANA
6.1. Objetivação
6.1.1. exteriorização da realidade
6.1.2. institucionalização e configuração de papéis sociais
6.1.3. legitimação dos universos simbólicos e seus mecanismos de manutenção
6.2. Subjetivação
6.2.1. interiorização da realidade
6.2.2. processo de socialização

7. OS MODOS DE VIDA NA ATUALIDADE
7.1. A padronização mundial dos modos de vida pelo processo de globalização da sociedade.
7.1.1. As semelhanças das paisagens mundiais (as cidades, os estabelecimentos comerciais, a moda):
7.1.2. A sociedade de consumo (o ritmo de vida, o papel da mídia na padronização de usos e costumes).
7.2. A dinâmica da sociedade mundial:
7.2.1. O processo produtivo da sociedade;
7.2.2. Desigualdades sociais;
7.2.3. A questão do desenvolvimento e subdesenvolvimento;
7.2.4. Os movimentos migratórios;
7.2.5. O crescimento e a concentração espacial da população.
7.3. O espaço urbano-rural como resultado do modo de vida capitalista:
7.3.1. O processo de urbanização:
7.3.2. A vida urbana na atualidade: (metrópole, conurbação, rede urbana, estrutura populacional, crescimento vegetativo, migração, população economicamente ativa);
7.3.2.1. A organização territorial da indústria;
7.3.2.2. Industrialização e urbanização;
7.3.2.3. Os problemas ambientais urbanos.
7.3.3. A vida rural na atualidade.
7.3.3.1. As formas de organização da produção no espaço rural (extrativa, agrícola, industrial):
7.3.3.1.1. Cultura comercial e de subsistência; Produção extensiva e intensiva;
7.3.3.1.2. As relações de trabalho: A estrutura fundiária.