domingo, 20 de junho de 2010
Resultados pós IX Congresso Direito Administrativo
aulaI Teoria Comportamental
sexta-feira, 18 de junho de 2010
IX CONGRESSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO
| Conteúdo: | 16 de junho, Quarta-Feira 08:30 – 09:00h – Credenciamento e entrega de material 09:00h – Abertura 09:30h – Conferência de Abertura O poder de polícia e o Estado Social Clovis Beznos (SP) Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo. Professor da PUC-SP. 10h30 – Painel 1 – Gestão Municipal Concessões urbanísticas – questões concretas Adilson Dallari (SP) Advogado. Doutor em Direito (PUC-SP). Professor da PUC-SP. Transporte coletivo municipal: regulação, eficiência e subsídios do poder público Paulo Roberto Ferreira Motta (PR) Doutor e Mestre em Direito(UFPR). Presidente do IPDA. Consórcios Municipais – experiências concretas Cristiana Fortini (MG) Doutora em Direito Administrativo (UFMG). Professora da UFMG. Procuradora-Geral Adjunta de Belo Horizonte. 14h – Painel 2 – Direito fundamental a um meio ambiente equilibrado Aquecimento global: entre mitos e realidades Jean Marie Lambert (GO) Doutor em Ciências Políticas (Universite de l'Etat a Liege, Bélgica).Professor titular da PUC-GO. Proteção Ambiental e direito adquirido Daniela Libório (SP) Doutora e Mestre em Direito Urbanístico (PUC-SP). Professora da PUC-SP. Compensação ambiental e seus efeitos Edis Milaré (SP) Advogado e Consultor em Direito Ambiental. Procurador de Justiça do Estado de São Paulo (aposentado). Mestre em Direito Processual Civil (USP). 16:00h DEBATE: Licitações e contratos: temas polêmicos Formalismos e formalidades na Lei de Licitações Nova Lei de licitações Desafios para um controle eficaz das licitações públicas A Lei Goiana de licitações Terceirizações Marcos Juruena Villela Souto (RJ) Doutor e Mestre em Direito (UGF). Procurador do Estado do Rio de Janeiro. Edgar Guimarães (PR) Advogado. Mestre em Direito (PUC-SP). Consultor jurídico do TCE-PR. Rodrigo Valgas (SC) Advogado. Mestre em Direito (UFPR). Presidente do IDASC. Antônio Flávio de Oliveira (GO) Procurador do Estado de GO. Professor da Universo. Márcio Cammarosano (SP) Doutor e Mestre em Direito (PUC-SP). Professor da PUC-SP. Presidente do IBDM. Dia 17 de junho, Quinta-Feira 09:00h – Painel 5 – Servidores Públicos Questões sobre teto remuneratório: limites aplicáveis aos Conselheiros e servidores dos Tribunais de Contas Valmir Pontes Filho (CE) Advogado. Mestre em Direito (PUC-SP). Professor titular da Universidade de Fortaleza. Planos de carreira: enquadramentos e direitos adquiridos Emerson Gabardo (PR) Doutor e Mestre em Direito (UFPR). Professor da PUC-PR. Advogado. Questões atuais sobre o regime próprio de previdência Paulo Modesto (BA) Promotor de Justiça. Professor da UFBA. Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Público. 11h – Conferência: O direito dos contratos administrativos e a corrupção Marçal Justen Filho (PR) Doutor e Mestre em Direito Público (PUC-SP). Advogado. 14:00h – Painel 6 – O Estado em Juízo O processo administrativo como meio de prevenção e solução de litígios judiciais João Batista Gomes Moreira (DF) Desembargador Federal do TRF-1ª Região. Doutor e Mestre em Direito Administrativo (UFMG) Nova lei do Mandado de Segurança: avanços? Flávio Henrique Unes Pereira (DF) Mestre em Direito Público (UFMG). Presidente do Instituto de Direito Administrativo do Distrito Federal. Advogado. Presunção de veracidade no processo disciplinar Spiridon Anyfantis (GO) Promotor de Justiça. Mestre em Direito (UFG). Professor das Faculdades Alfa e da Escola Superior da Magistratura de Goiás. 16h00–Painel 6: Controle da Administração Pública Desafios para o controle das empresas estatais Letícia Queiroz Andrade (SP) Mestre em Direito (PUC-SP). Professora da PUC-SP. Advogada. Controle externo da discricionariedade: evolução ou retrocesso? Carlos Vinícius Alves Ribeiro(GO) Promotor de Justiça. Mestrando em Direito do Estado (USP). Controle da Administração – alterações legislativas propostas Luciano Ferraz (MG) Doutor e Mestre em Direito (UFMG). Professor Adjunto da UFMG. Advogado. Dia 18 de junho, Sexta-Feira 09:00h – Painel 4 – Direito fundamental à segurança pública Desafios para o financiamento da segurança pública Demóstenes Torres (DF) Senador da República. Presidente da Comissão de Constituição e Justiça. Novos modelos de gestão da segurança pública Maurício Campos Júnior (MG) Professor Titular da PUC-MG. Ex- Secretário de Defesa Social do Estado de Minas Gerais. Exercício de atividades ligadas à segurança pública por particulares José dos Santos Carvalho Filho (RJ) Mestre em Direito (UFRJ). Professor da UFF e UCAM. Consultor jurídico do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. 11:00h – Conferência: A constitucionalização do Direito Administrativo: reflexos na legalidade e discricionariedade Maria Sylvia Z. Di Pietro(SP) Professora titular de Direito Administrativo da USP> 14h – Painel 3: Sanções Administrativas Princípio da legalidade e o ilícito administrativo: limites à função normativa Weida Zancaner (SP) Mestre em Direito (PUC-SP). Professora da PUC-SP. Interpretação e aplicação dos princípios jurídicos na atividade sancionadora Nélson Figueiredo (GO) Advogado. Professor da UFG. 16:30 h – Conferências de Encerramento Processo administrativo e presunção de inocência Romeu Bacellar Filho Doutor em Direito (UFPR). Professor titular de Direito Administrativo (PUC-PR). Professor da UFPR. Presidente da Associação de Direito Público do MERCOSUL. O regime jurídico administrativo Celso Antônio Bandeira de Mello Professor Emérito da PUC-SP. Livre Docente em Direito Administrativo (PUC-SP). |
| Palestrantes: | Prof. CLÓVIS BEZNOS (SP) (Professor da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica/ SP, Mestre e Doutor em Direito pela PUC/SP, Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo – IBDA, Advogado) Prof. ADILSON DALLARI (SP) (Advogado, Doutor em Direito (PUC-SP) e Professor da PUC-SP) Prof. PAULO ROBERTO FERREIRA MOTTA (PR) (Advogado, Mestre e Doutor em Direito do Estado (UFPR), Presidente do IPDA, Professor de Direito Administrativo da Universidade Tuiuti do Paraná e o do Instituto Romeu Felipe Bacellar) Profa. CRISTIANA FORTINI (MG) (Doutora em Direito Administrativo pela UFMG, Procuradora Geral Adjunta de Belo Horizonte, Presidente do IMDA – Instituto Mineiro de Direito Administrativo, Coordenadora de direito administrativo da ESA – Escola Superior da OAB/MG, Professora de Mestrado e Graduação) Prof. JEAN MARIE LAMBERT (GO) (Doutor em Ciências Políticas (Universite de l'Etat a Liege, Bélgica), Professor titular da PUC - GO) Profa. DANIELA LIBÓRIO (SP) (Mestre e Doutora em Direito Urbanístico e Ambiental pela PUC/SP, Advogada, Professora da graduação e pós-graduação da PUC/SP) Prof. EDIS MILARÉ (SP) (Advogado e Consultor em Direito Ambiental, Procurador de Justiça do Estado de São Paulo(aposentado), Mestre em Direito Processual Civil (USP) Prof. MARCOS JURUENA VILLELA SOUTO (RJ) (Mestre e Doutor em Direito pela Gama Filho (RJ); Procurador do Estado do Rio de Janeiro; Professor nas Universidades UNICURITIBA, em Curitiba, Gama Filho, no Rio de Janeiro e Cândido Mendes, no Rio de Janeiro) Prof. EDGAR GUIMARÃES(PR) (Advogado em Curitiba/PR, Mestre e Doutorando em Direito Administrativo pela PUC/SP, Professor de Direito Administrativo no curso de Pós-graduação da FAE Business S-chool, Professor de Licitações no curso de pós-graduação do Instituto de Direito Romeu Fe-lipe Bacellar, do Instituto de Direito Administrativo de Goiás e da Estação/IBMEC Business School, Consultor Jurídico do Tribunal de Contas do Estado do Paraná) Prof. RODRIGO VALGAS (SC) (Advogado, Mestre em Direito (PUC-SP) e Presidente do IDASC) Prof. Dr. MÁRCIO CAMMAROSANO (SP) (Advogado. Doutor e Mestre em Direito (PUC-SP). Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Municipal. Autor de diversos artigos jurídicos e do livro "O princípio constitucional da moralidade e o exercício da função administrativa"). Prof. ANTÔNIO FLÁVIO (GO) (Procurador do Estado de Goiás, Professor de Direito Administrativo e Constitucional pela UNIVERSO, Professor de Direito Constitucional pela Escola de Magistratura, Membro do IDAG e da Academia Goiana de Direito) Prof. VALMIR PONTES FILHO (CE) (Advogado, Mestre em Direito (PUC-SP), Professor titular da Universidade de Fortaleza) Prof. EMERSON GABARDO (PR) (Advogado em Curitiba, Doutor em Direito do Estado pela UFPR, Professor da PUC-PR, Diretor Geral do Instituto de Direito Romeu Felipe Bacellar, Diretor Executivo da Revista A & C – Revista de Direito Administrativo e Constitucional, Ed. Fórum) Prof. PAULO MODESTO (BA) (Promotor de Justiça do Estado da Bahia, Professor de Direito Administrativo na Universidade Federal da Bahia e do Centro de Cultura Jurídica da Bahia, Editor do Site Direito do Estado, Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Público) Prof. MARÇAL JUSTEN FILHO (PR) (Doutor e Mestre em Direito Público (PUC-SP), Advogado) Dr. JOÃO BATISTA GOMES MOREIRA (DF) (Desembargador Federal do TRF-1ª Região, Doutor e Mestre em Direito Administrativo (UFMG)) Prof. FLÁVIO HENRIQUE UNES PEREIRA (DF) (Mestre e doutorando em Direito Administrativo pela UFMG, Presidente do Instituto de Direito Administrativo do Distrito Federal, Professor de Direito Administrativo do IDP e do IDAG) Prof. SPIRIDON ANYFANTIS (GO) (Promotor de Justiça do Estado de Goiás, Professor de Direito Administrativo da ALFA, Mestre em Direito pela UFG, Diretor do IDAG) Profa. LETÍCIA QUEIROZ ANDRADE (SP) (Mestre em Direito (PUC-SP), Professora da PUC-SP e Advogada) Prof. CARLOS VINÍCIUS ALVES RIBEIRO(GO) (Promotor de Justiça, Mestrando em Direito do Estado (USP)) Prof. LUCIANO FERRAZ (MG) (Doutor e Mestre em Direito Administrativo (UFMG), Professor da UFMG(Graduação, mestrado e doutorado), Advogado e pareceirista) Sen. DEMÓSTENES TORRES (DF) (Senador da República, Presidente da Comissão de Constituição e Justiça) Prof. MAURÍCIO CAMPOS JÚNIOR (MG) (Professor titular da PUC-MG, Ex-Secretário de Defesa Social do Estado de Minas Gerais) Prof. JOSÉ DOS SANTOS CARVALHO FILHO (RJ) (Mestre em Direito (UFRJ), Procurador de Justiça Aposentado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Professor da Universidade Candido Mendes e autor do livro Curso de Direito Administrativo) Profa. MARIA SYLVIA ZANELLA DI PIETRO (SP) (Professora titular de Direito Administrativo da USP, Doutora em Direito do Estado (USP), Autora, dentre outras, das obras "Direito Administrativo", "Parcerias na Administração Pública" e "Discricionariedade Administrativa na Constituição de 1988", todas publicadas pela Editora Atlas) Profa. WEIDA ZANCANER (SP) (Professora de Direito administrativo da PUC-SP, Mestre em Direito pela PUC-SP, Autora, dentre outras, do livro “A convalidação e da invalidação do atos administrativos”) Prof. NÉLSON FIGUEIREDO (GO) (Advogado, Professor da UFG) Prof. ROMEU BACELLAR FILHO (PR) (Advogado militante na área do Direito Administrativo, Doutor em Direito do Estado pela UFPR, Professor Titular de Direito Administrativo pela PUC/PR e Professor da UFPR, Presidente da Associação de Direito Público do Mercosul, Presidente do Instituto Paranaense de Direito Administrativo e da Associação Ibero-americana de Direito Público, Conselheiro Federal da Ordem dos Advogados do Brasil) Prof. CELSO ANTÔNIO BANDEIRA DE MELLO (SP) (Professor Titular de Graduação e Pós-graduação Direito Administrativo pela PUC-SP, Mestre e Doutor em Direito pela PUC, Membro Fundador do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo e do Instituto de Direito Administrativo Paulista, Membro do Instituto Internacional de Derecho Administrativo Latinoamericano, Fundador e Diretor da Revista Trimestral de Direito Público) |
| Local do Curso: | Centro de Convenções de Goiânia - GO |
| Carga Horária: | 30 horas |
quinta-feira, 10 de junho de 2010
PENSAR EDUCAÇÃO 2010
CONFERÊNCIAS
09/06 -
- Professor ativista: Construindo conexões em rede - Nelson Pretto
- As tecnologias não mudam a prática; a prática tem que apropriar-se das tecnologias
- O celular é um anciolitico eletronico, o pai liga, se o filho atende o pai relaxa: ta vivo! Gostei @Rivoltella
- @Rivoltella afirma que a realidade da comunicacao esta integrada nas tics digitais.
- @Rivoltella afirma q situacao dos profs na Italia e mto semelhante daqui. Desafios planetarios, portanto!
- Educação: Culturas Digitais, Mídias Sociais e Cidadania - Pier Cesare Rivoltella
Instead of widing the gap among generations, technologies are bridging them, providing discussion arguments and making possible for the adults to come back to their traditional educative role.
The situation about teachers is quite different. The problem here is not about the use they make of technologies, but about their representations of them. In fact, many teachers are using technologies in their own lives: all of them have a mobile phone; with it they call their students; they often have a personal blog, or a Facebook account. They know and use technology. What they aren’t able to do is to imagine the didactic and educative application of it. Here we haven’t a technological problem, but a cultural one. In this sense it could be useful to foster teacher education, because normally teachers think about media and technologies what their teachers thougt and tought to them.
According to this last topic (teacher education about media and technologies) it could be very important to imagine the possibility to indicate the professional competencies we think a teacher must have for teaching asbout media and technologies. I agree with this aim. But it is also necessary to be aware of it: teachers, in our schools (almost in Italy), are charged of a lot of “educations” (environment, health, citizenship); these educations are quickly increasing in the last times in relationship with the social lack of thruths and values we are perceiving in our liquid societies. So, it is important that teachers don’t think that these competencies are too difficult and too many to develop, because in this case we will obtain the contrary of our aims. Another European Project - U-learn, about the definition of pioneer teachers competencies in Education Technology - some years ago didn’t work exactly because it was too rigid and asked to the teachers too many competencies than they could have.
10/06 -
- As Ondas de Mudança da Sociedade: a importância da Educação e da Comunicação - Helena Gasparini
- a tecnologia ajuda a educação
- e a educação dos pais, como deve ser? "é constante a pergunta da família se questionando o que realmente pode ser considerado certo ou errado na criação dos filhos. os edcadores, de maneira geral, se colocam em dúvida sobre o modismo dominante entre as crianças e os jovens, na incerteza de proibir ou não, determinados usos"
- é preciso atualizar através das mudanças, da quebra de paradigmas :: "a educação é desafio constante. muda conforme a época - dessa forma educar exige flexibilidade e atenção permanente dos educadores, para acompanhar as rápidas mudanças às quais as crianças se adaptam facilmente. quando éramos os filhos, nossos pais também setiram muitas dificuldades, peculiares a sua realidade. enquanto, atualmente, nos preocupamos com o uso indevido que as criaças possam fazer da internet e dos celulares, nossos avós receiavam como os nossos pais usavam a televisão"
- [...] "os pequenos tiranos são frutos do poder outorgado pelos pais permissivos, que lhes dão tudo, mas não o valor da conquista, da segurança, do respeito pelo outro, da vida, do amor. Ou, pelo contrario, pais autoritários, que usam a pressão psicológica e a força física, na impotência da sua autoridade, marcando a criança, externa e internamente, qua a inutiliza em seu desenvolvimento podendo gerar um vulcão social de agressividade e violência."
- [...] "a atenção participativa, o diálogro franco, o afeto nos pequenos gestos, capazes de motivar emoções, podem influencia mais a formção da personalidade do filho, do que presentes, gritos o até a indiferença"
- a educação formal na escola requer prparo dos educadores na capacitação coninuada = aprender a aprender e aprender a desaprender
- Painel: As mídias Como ferramentas da Educação
- internet: Volney Faustini
- jornalismo: Cileide Alves
- cultura: Wolney Unes
- cinema: Luiz Edurdo Jorge
- coordenação: Elianda Tiballi
- Integração de Mídias e Tenologias ao Currículo - Maria Elizabeth Bianconcini
- "as características constitutivas da tecnologia digital de representação do conhecimento em hipertexto, busca, atualização e articulação de informações e autoria, propiciam novos modos de expressar ideias, comunicar, aprender e ensinar"
- [...] "a palavra chave é integraçao entre tecnologias e currículo que se estabelece numa ótica de transformação da escola e da sala de aula em um espaço de experiência, de ensino e de aprendizagem ativa, de formação de cidadãos e de vivência democrática, ampliado pela presença das tecnologias"
- [...] "é importante ressaltar que as tecnologias digitais como instrumentos de informação e comunicação são constituídas de interfaces digitais, que fazem a mediação entre os sistemas computacionais ou entre estes sitemas e as pessoas ou ainda entre as pessoas por meio desses sistemas. assim, o uso dessas tecnologias implica romper com a linearidade da representação do pensamento e implicam novas formas de expressar o pensamento, comunicar, perceber o espaço e o tempo, organizar e produzir conhecimento com o uso de múltiplas linguagens (escrita, visual, sonora...)"
- Educação em Mundos Viruais: desafios e perspectivas para a inovação - Eliane Schelmmer
- "o desenvolvimento do professor requer contínuos investimentos na construção e reconstrução do saber pedagógico e tecnológico"
- "os ambientes virtuais de aprendizagem nos abre caminhos para formas diferentes de organização do processo ensino-aprendizagem. Vale a pena inovar, testar, experimentar, não apenas com o propósito de adequar-nos a uma realidade moderna, mas principalmente para que possamos questionar e refletir sobre aquilo que bem conhecemos"
- O poder da palavra: o sentimento na educação - Arquilau Romão
- somos arquitetos do nosso destino
- que tipo de aluno queremos formar?
- leituras de mundo (Freire): o dito e o feito
- quero um aluno de cabeça bem feita, não quero um aluno de cabeça cheia
- pare para pensar ou pense sem parar?
- pense duas vezes antes de agir ou aja duas vezes antes de pensar?
- ENTUSIASMO = (do grego en + theos, literalmente 'em Deus') originalmente significava inspiração ou possessão por uma entidade divina ou pela presença de Deus. Atualmente, pode ser entendido como um estado de grande euforia e alegria, refletindo em uma consequente coragem. Uma pessoa estusiasmada está disposta a enfrentar dificuldades e desafios, não se deixando abater e transmitindo confiança aos demais ao seu redor. O entusiasmo pode portanto ser considerado como um estado de espírito otimista. (wikipédia)
- ENCORAJAMENTO =
- ÂNIMO =
- ENFEZADO = hostil
- Pedagogia Circense e Escola Circo - Dom Fernando
sexta-feira, 4 de junho de 2010
domingo, 22 de novembro de 2009
Do trabalho coletivo..
não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode,
pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
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algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
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você será em algum momento condenado.
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o mundo não pára para que você o conserte.
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plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores,
e você aprende que realmente pode suportar...
que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Avesso “Sexualidade, diversidade, discriminação”
Fórum de Apoio “Sexualidade, diversidade, discriminação”, objetivando à elaboração e construção do Blog. (09/11 a 19/11/09)
Jorge Vercilo
Composição: Jorge Vercillo
Nós já temos encontro marcado
Eu só não sei quando
Se daqui a dois dias
Se daqui a mil anos
Com dois canos pra mim apontados
Ousaria te olhar, ousaria te ver
Num insuspeitavel bar, pra decência não nos ver
Perigoso é te amar, doloroso querer
Somos homens pra saber o que é melhor pra nós
O desejo a nos punir, só porque somos iguais
A Idade Média é aqui
Mesmo que me arranquem o sexo, minha honra, meu prazer
Te amar eu ousaria
E você, o que fará se esse orgulho nos perder?
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar
O que eu sinto, meu Deus, é tão forte!
Até pode matar
O teu pai já me jurou de morte
por eu te desviar
Se os boatos criarem raízes
Ousarias me olhar, ousarias me ver
Dois meninos num vagão e o mistério do prazer
Perigoso é te amar, obscuro querer
Somos grandes para entender, mas pequenos para opinar
Se eles vão nos receber é mais fácil condenar
ou noivados pra fingir
Mesmo que chegue o momento que eu não esteja mais aqui
E meus ossos virem adubo
Você pode me encontrar no avesso de uma dor
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Oi família! Cheguei ontem a tarde!

Como um rio
Ser capaz, como um rio
que leva sozinho
a canoa que se cansa,
de servir de caminho
para a esperança.
E de lavar do límpido
a mágoa da mancha,
como o rio que leva,
e lava.
Crescer para entregar
na distância calada
um poder de canção,
como o rio decifra
o segredo do chão.
Se tempo é de descer,
reter o dom da força
sem deixar de seguir.
E até mesmo sumir,
para, subterrâneo,
aprender a voltar
e cumprir, no seu curso,
o ofício de amar.
Como um rio, aceitar
essas súbitas ondas
de águas impuras
que afloram a escondida
verdade nas funduras.
Como um rio, que nasce
de outros, saber seguir,
junto com outros sendo
e noutros se prolongando
e construir o encontro
com as águas grandes
do oceano sem fim.
Mudar em movimento,
mas sem deixar de ser
o mesmo ser que muda.
Como um rio.
(Thiago de Mello)
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
II Seminário - Sexualidade e Religiosidade

UFG realiza seminário sobre sexualidade e religiosidade 08/10/2009
Pena que não pude ver o documentário!
Eis o a síntese divulgada pelos organizadores:
O Ser-Tão, Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade da UFG, em parceria com a ONG Católicas pelo Direito de Decidir, a Rede de Educação Cidadã (Goiás) e o Grupo Transas do Corpo, promovem o II Seminário Das margens aos centros: sexualidades e religiosidades. O evento será realizado no dia 8 de outubro de 2009, quinta-feira, no miniauditório da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, na Praça Universitária, e reunirá pesquisadores, estudantes, ativistas e demais interessados.
Estão previstas duas mesas-redondas com amplo espaço para debates. No período matutino o tema abordado será “História das religiões e os direitos sexuais e reprodutivos”, enquanto à tarde o foco das discussões passa a priorizar os “Fundamentalismos religiosos e Estado laico”. Ao final do dia será exibido o documentário “Questão de Gênero”, de Rodrigo Najar, marcando o encerramento do evento.
As inscrições são gratuitas e serão realizadas no dia e local do evento. A programação e demais informações estão também disponíveis na página www.sertao.ufg.br/seminario2.
08 de outubro, quinta-feira
Participantes:
· Yury Puello Orozco (Doutora em Ciências da Religião e membro da ONG Católicas Pelo Direito de Decidir).
· Janira Sodré Miranda (Doutoranda em História pela UnB, Pesquisadora na UCG e membro do Coletivo Negro do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás - IFG)
· Paulo Petronilio (Doutor em Filosofia da Educação pela UFRGS)
Conferencistas:
· Natalia Mori Cruz (Mestre em Sociologia e integrante da direção colegiada do Cfemea/DF)
· Maria José Rosado Nunes (Doutora em Sociologia, professora da PUC/SP e coordenadora geral da ONG Católicas Pelo Direito de Decidir)
· Daniel Sottomaior (Formado
fonte: http://www.ufg.br/page.php?noticia=5562 , acesso 08/10/2009, às 18:10h
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Bullying Escolar
O que é o Bullying escolar?Bullying é um termo utilizado na literatura psicológica anglo-saxônica, para designar comportamentos agressivos e anti-sociais nos estudos sobre o problema da violência escolar.
Universalmente, o bullying é conceituado como sendo um “conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais alunos contra outro(s), causando dor, angustia e sofrimento, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, tornando possível a intimidação da vitima”.
Para saber mais: http://www.observatoriodainfancia.com.br/rubrique.php3?id_rubrique=19
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Você é um professor digital?????

As “habilidades” que listarei a seguir podem ser discutiveis e em número limitado. Arrisco-me, no entanto, a afirmar que quantas mais forem as habilidades possuidas, mais perto se chegará do perfil de um professor digital. Vejamos:
1. Possuir um endereço de e-mail e utilizá-lo pelo menos dua vezes por semana (o ideal seria fazê-lo diariamente);
2. Possuir um blog, um site ou uma página autalizável na Internet onde regularmente se produz, socializa e se confronta seu conhecimento com outras pessoa;
3. Participar ativamente de um ou mais “grupos de discussão”, fórum ou comunidade virtual ligada à sua atividade educacional;
4. Possuir algm programa de troca de mensagens on-line, como MSN, com, no mínimo dois colegas de profissão em sua “lista de contatos” e usá-lo para fins profissionais elo menos uma vez por semana, em média;
5. Assinar algum periódico on-line (mesmo que gratuito) sobre notícias e novidades relacionadas à educação ou à sua disciplina específica, e lê-lo regularmente;
6. Preparar rotineiramente provas, resumos, tabelas, roteiros e materiais didáticos diversos, usando um processador de textos (como o Word, por exemplo), uma planilha eletrônica (como o Excel) ou um programa de apresentações multimídia (como o PowerPoint);
7. Fazer pesquisa na Internet regularmente com vistas à preparação de suas aulas (no mínimo) e, preferencialmente, manter um banco de dados de sites úteis para sua disciplina e para a educação em geral. Melhor ainda seria compartilhar esse banco de dados com colegas e alunos;
9. Manter contato com o computador por, pelo menos, uma hora diária, em média;
As habilidades acima envolvem o “fazer”, o agir, a inclusão efetiva do professor no mundo digital. Nenhuma oficina de capacitação ou curso de computação, por si só, traz nenhuma das habilidades acima, pois todas elas demandam o “uso regular do computador e da Internet”.
Aproveite e faça você mesmo o teste para medir o quanto você se enquadra no perfil do professor digital. Some um ponto para cada item dessa lista que se aplicar a você. Caso você some mais de cinco pontos, já pode se considerar como parte da vanguarda dos professores digitais.
*José Carlos Antonio
domingo, 7 de dezembro de 2008
Rede de Educação em Direitos Humanos

"O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) é fruto do compromisso do Estado com a concretização dos direitos humanos e de uma construção histórica da sociedade civil organizada.
Ao mesmo tempo em que aprofunda questões do Programa Nacional de Direitos Humanos, o PNEDH incorpora aspectos dos principais documentos internacionais de direitos humanos dos quais o Brasilé signatário, agregando demandas antigas e contemporâneas de nossa sociedade pela efetivação da democracia, do desenvolvimento, da justiça social e pela construção de uma cultura de paz.
Assim, como todas as ações na área de direitos humanos, o PNEDH resulta de uma articulação institucional envolvendo os três poderes da República, especialmente o Poder Executivo (governos federal,estaduais, municipais e do Distrito Federal), organismos internacionais, instituições de educação superior e a sociedade civil organizada. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República(SEDH) e o Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Justiça (MJ) e Secretarias Especiais, além de executar programas e projetos de educação em direitos humanos, são responsáveis pela coordenação e avaliação das ações desenvolvidas por órgãos e entidades públicas e privadas.
O Estado brasileiro tem como princípio a afirmação dos direitos humanos como universais, indivisíveis e interdependentes e, para sua efetivação, todas as políticas públicas devem considerá-los na perspectiva da construção de uma sociedade baseada na promoção da igualdade de oportunidades e da eqüidade, no respeito à diversidade e na consolidação de uma cultura democrática e cidadã.
Nessa direção, o governo brasileiro tem o compromisso maior de promover uma educação de qualidade para todos, entendida como direito humano essencial. Assim, a universalização do ensino fundamental, a ampliação da educação infantil, do ensino médio, da educação superior e a melhoria da qualidade em todos esses níveis e nas diversas modalidades de ensino são tarefas prioritárias.
Além disso, é dever dos governos democráticos garantir a educação de pessoas com necessidades especiais, a profissionalização de jovens e adultos, a erradicação do analfabetismo e a valorização dos(as) educadores(as) da educação, da qualidade da formação inicial e continuada, tendo como eixos estruturantes o conhecimento e a consolidação dos direitos humanos.
Cabe destacar a importante participação da sociedade civil organizada, co-autora e parceira na realização dos objetivos do PNEDH. De fato, a efetivação dos compromissos nele contidos somente será possível com ampla união de esforços em prol da realização dessa política, a qual deve se configurar como política de Estado."
Trata-se de um trabalho sério e interessantíssimo destinado a capacitação social para atuar em defesa da "humanização" da espécie humana.
O plano de curso possui um conteúdo muito abrangente, distribuído em 4 módulos presenciais e mais atividades na modalidade a distância.
De início foi apresentado ao conjunto o contexto temático/histórico/social de estudo, quais sejam: conceitos e fundamentos dos direitos humanos, sujeitos dos direitos humanos: suas práticas, ética, educação e cidadania, princípios na construção dos direitos humanos: liberdade - igualdade – fraternidade,Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948.
Nos módulos seguintes foram abordados assuntos que muito têm causado, no mínimo, incômodo social: Democracia, Direitos Humanos, Cidadania e Educação em Direitos Humanos; Globalização e multiculturalismo, diversos conceitos sobre as diversidades; O contexto escolar e práticas de estudo e vivências ante os direitos humanos.
Foram momentos bem interessantes e bem vividos e que outros e mais outros indivíduos se integrem para que possamos ter a certeza de que dias melhores serão o nosso legado, porque afinal somos os protagonistas desse marco histórico.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
II Sminário NTE's de Goiás

Eu estava lá. Foi muito bom saber que há outros educadores sérios pensando sério no processo de ensino-aprendizagem - "estão plantando sonhos..., porque no final colhemos daquilo que plantamos" e mostraram sabedoria pois foram convocadas para o jogo de Tênis e estão jogando mais para frescoboll!
Parabéns Equipes!


